Domingo resolvi me fazer um mimo e loquei o filme “Inimigos Públicos”, que eu queria assistir fazia um tempão. Como acompanhamento, algo singelo, uma cumbuca de polenta à bolonhesa, com bastante queijo e uma garrafa de ½ litro de Eisenberg...
O filme é bem legal, com bastante ação, tiroteio e cenas de fuga. Mas, para mim, o mais bacana foi a trilha sonora jazzista, a ambientação nos anos 30 e, principalmente, o fascínio que exerce o fora da lei, interpretado pelo magnífico Johnny Deep.
Há anos atrás, assisti a outro filme do gênero, o clássico Bonnie e Clyde (o original, de 1967) e me apaixonei. Assim como no filme de Deep, é retratada, de forma romanceada, uma história real: Bonnie conhece Clyde de forma inusitada e fica gamadona. A partir daí, larga a vida certinha e se transforma em assaltante de banco, junto de seu amor. Se tornaram famosos nos USA, nos anos 30, transformando-se em verdadeiras lendas.
Assistindo a esses filmes, não tem como não torcer pelos bandidos e invejá-los! Sim, causa uma ponta de inveja: uma vida marginal, imprevisível, transgressora, excitante... Ah! E elegante! Assaltavam bancos numa estica: sobretudo, chapéu e um ar blasé/simpático... Sem essa de meia na cabeça, cara de mau ou chinelo de dedo!
Se não bastasse tudo isso, ainda tem romance! Em “Inimigos Públicos”, é imperdível a cena em que Deep vai até a chapelaria em que a sua escolhida trabalha e a tira de lá! Mulheres babem! Homens, inspirem-se!
Pô Mel só os caras tem que tomar a iniciativa?!?!
ResponderExcluirGarotas ajam quando o coração mandar!!!
:)